Ashland organiza “Safety Day” na planta de Araçariguama
Atividade ressaltou a importância das práticas responsáveis
Andrew Beer, diretor da Ashland na América do Sul, deu início às atividades do “Safety Day”, cujas palestras foram apresentadas por Luciano Carlini, gerente industrial, Márcio Souza, técnico de segurança, João Roberto, gerente de operações, e Nilo Junque, EH&S Project Manager

         Na manhã do último dia 31, os colaboradores da Ashland acompanharam uma série de palestras sobre segurança no ambiente de trabalho. Intitulada “Safety Day”, a iniciativa teve como objetivo reafirmar a importância que as práticas responsáveis detêm em todas as unidades de negócio pertencentes à corporação – além de ser signatária do programa Responsible Care®, a Ashland desenvolveu recentemente um sistema de gestão integrado chamado Zero100 & Redução de Riscos.
         “A segurança é uma atitude, mas deve ser encarada como um comportamento. Ou seja, deve pautar todos os tipos de atividades que realizamos”, afirmou Andrew Beer, diretor da Ashland na América do Sul.
         Concluído o ciclo de palestras, todos os colaboradores da empresa assinaram o painel com as 10 Expectativas de Segurança elaboradas pela direção da unidade de Araçariguama.


Colaboradores formalizam o comprometimento com as expectativas de segurança
PARA LEMBRAR
Em agosto do ano passado, a Ashland, em parceira com o Corpo de Bombeiros de São Roque (SP), organizou um treinamento para comprovar a eficácia do seu sistema de segurança. Conduzido por Luciano Carlini e Márcio Souza, respectivamente gerente industrial e técnico de segurança, o exercício – surpresa para a grande maioria dos colaboradores da empresa – consistiu na simulação de um incidente com um funcionário no topo do tanque de estireno. “A nossa brigada se movimentou rapidamente, ajudou na evacuação da planta e preparou a área para a chegada dos bombeiros”, comentou Carlini.



Fonte: SLEA Comunicação
Ashland implementa gestão de marketing para cada segmento
de mercado

Empresa pretende desenvolver soluções ainda mais customizadas
Oliveira: Ashland intensifica o acompanhamento das particu-
laridades de cada mercado
         Conhecer as particularidades de cada mercado e, dessa forma, ter condições de apresentar soluções ainda mais customizadas. Para atingir esse objetivo, a Ashland decidiu implementar uma gestão de marketing específica para os principais segmentos. Essas novas funções serão exercidas por profissionais que já trabalhavam muito próximos a cada um desses mercados.
         Assim, David Britto passará a gerir o marketing destinado às áreas de transporte, náutica, energia eólica e de aplicações do adesivo estrutural Pliogrip®. Julio Fabrizio, por sua vez, responderá pelos setores de corrosão e infraestrutura (construção civil) de toda a América do Sul. Alexandre Jorge estenderá o seu trabalho de vendas secundárias no setor de corrosão para o de aplicações com retardância à chama (fire retardant) – ao lado de Jorge e Fabrizio, Evaldo Mota, responsável pela assistência técnica, completa o time de corrosão da Ashland. E Paulo Rodrigues assumirá o gerenciamento de marketing das áreas de distribuição e do gelcoat Maxguard®.
        “Nossos produtos são usados por dezenas de segmentos de mercado, daí porque é importante esse acompanhamento mais próximo das necessidades de cada um”, comenta Rodrigo Oliveira, gerente de marketing e vendas da Ashland.

Fonte: SLEA Comunicação
®Registered Trademark of Ashland
Cotações dos insumos das resinas termofixas seguem em alta
Relação desequilibrada entre oferta e demanda impulsiona os preços de toda a cadeia
         As cotações internacionais dos insumos usados na fabricação das resinas termofixas continuam atravessando um ciclo de alta. Como o Brasil não exerce qualquer tipo de influência nesse movimento – ou seja, não atua como formador de preços – é sistematicamente impactado pelas variações apresentadas no exterior.
         Vale ressaltar que, com a eclosão da crise econômica no final de 2008, os principais fornecedores globais da cadeia petroquímica reduziram drasticamente as suas capacidades instaladas. Com a retomada da economia, a demanda mostrou-se maior do que a esperada, ultrapassando a nova capacidade desses fornecedores. Assim, desequilibrada a relação entre oferta e demanda, os preços passaram a subir constantemente.
         Apenas a título de ilustração: os preços globais do benzeno, insumo que dá origem a produtos como monômero de estireno e epóxi, subiram nada menos do que 17% em janeiro – tendência que deve permanecer ao longo de boa parte do ano, atestam os especialistas.
         Diante do exposto, a Ashland foi obrigada a efetuar repasses entre 7% e 9%, conforme a família de produtos, em 01/02/2011.

Fonte: SLEA Comunicação
MVC conquista prêmio inédito de inovação na França
Empresa é a primeira do Brasil reconhecida na área de compósitos
         A MVC conquistou o Prêmio Inovação JEC 2011, na categoria Prêmio Especial da Revista JEC. A fabricante foi distinguida pelo projeto de desenvolvimento do revestimento interno do novo terminal de passageiros do Aeroporto Internacional de Carrasco (foto), em Montevidéu, capital do Uruguai. “Este prêmio internacional é o reconhecimento de todos os nossos esforços para oferecer ao cliente uma solução completa e integrada: desde os cálculos estruturais, ensaios físicos e químicos, até a logística e o treinamento da mão de obra local”, afirmou Gilmar Lima, diretor-geral da MVC.
         O projeto, que atende a todos os requisitos de resistência e segurança, envolveu área total de 24 mil m² de revestimento da superfície inferior (interna) do novo terminal de passageiros do aeroporto.

Fonte: S
ecco
 
Geração eólica já gira bilhões de reais
Leilões de 2009 e 2010 ajudaram a consolidar o setor no Brasil
           Os ventos trouxeram uma nova leva de investimentos ao país. De executivos novatos ingressos no mercado de geração de energia a uma seqüência de multinacionais à frente de construções de fábricas de equipamentos, o mercado da energia eólica é uma realidade no Brasil, uma indústria que só começou a girar agora, mas que já movimenta dezenas de bilhões de reais por ano. E ainda traz a vantagem dos ventos soprarem forte na época de seca, quando as hidrelétricas tendem a reduzir a produção.
         Essencialmente novo, esse mercado tem sido formado por histórias como a de Ricardo Delneri, executivo que tinha apenas 29 anos de idade quando, em 2000, decidiu abandonar o mercado financeiro para
montar, com o amigo Renato Amaral, a Renova Energia. A motivação inicial dos sócios era explorar as Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), usinas com capacidade de até 30 megawatts (MW). Fizeram isso até 2006, quando as eólicas chamaram a atenção. O interesse redundou na criação de um portfólio de projetos e na disputa do primeiro leilão exclusivo de eólicas, realizado em dezembro de 2009, quando a Renova Energia ganhou a disputa para instalar 14 parques de aerogeradores na Bahia.
         "Aquilo foi decisivo, ali vimos que algo tinha mudado nos nossos planos", conta Delneri, hoje com 40 anos e diretor co-presidente da Renova Energia. A instalação das 184 turbinas com capacidade de 294 MW contratados em 2009 começa a ser entregue em agosto. O investimento total é de R$ 1,2 bilhão. No leilão de 2010, a companhia voltou a concorrer e levou mais seis parques com potência total de 163 MW. Vai desembolsar mais R$ 620 milhões. "A força das eólicas nos levou a congelar os projetos de PCHs para os próximos dois anos".

PARA LEMBRAR
No final de janeiro, a empresa argentina Impsa fechou contrato de R$ 600 milhões com a Chesf para fornecer as turbinas aerogeradoras do parque Casa Nova, que será instalado na Bahia – potência de gerar 120 MW. Com esse contrato, a carteira da fábrica da Impsa no país, que fica em Pernambuco, chega a R$ 3 bilhões que serão faturados nos próximos dois anos. Ao todo, serão produzidos 1.000 MW em turbinas e a maior parte são de contratos com empresas do próprio grupo, que venceram leilões de energia eólica nos últimos dois anos.

Fonte: Valor Econômico
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