Ashland simula incidente para testar esquema de segurança
Treinamento contou com a participação do Corpo de Bombeiros de São Roque
Simulação começa com liberação de vapor de estireno e colaborador deitado, inconsciente, no topo do tanque que armazena o produto. Depois de soado o alarme de emergência, os demais colaboradores seguiram para o ponto de encontro, na portaria da empresa, deixando as áreas de trabalho livres

         A Ashland, em parceira com o Corpo de Bombeiros de São Roque (SP), organizou no mês passado um treinamento para comprovar a eficácia do seu sistema de segurança. Conduzido por Luciano Carlini e Márcio Souza, respectivamente gerente industrial e técnico de segurança, o exercício – surpresa para a grande maioria dos colaboradores da empresa – consistiu na simulação de um incidente com um funcionário no topo do tanque de estireno.

Pessoal no solo dá suporte ao trabalho dos bombeiros durante a retirada do colaborador e encaminhamento ao hospital

         “A nossa brigada se movimentou rapidamente, ajudou na evacuação da planta e preparou a área para a chegada dos bombeiros”, comenta Carlini. Segundo o soldado Ademar, exercícios como esse são importantes para que, num eventual acidente, os bombeiros estejam preparados para atuar o mais rápido possível. “Ao conhecer melhor a estrutura da empresa e o tipo de produtos que manipula, seremos bem-sucedidos mais rapidamente”.

Fonte: SLEA Comunicação
Ashland é campeã de futebol de salão
Time venceu o campeonato organizado pela AISAM
Ashland campeã: eles também são craques com a bola
nos pés
 
         A Ashland conquistou o campeonato de futebol de salão organizado pela Associação das Indústrias de São Roque, Araçariguama, Alumínio e Mairinque (AIMSAM). Venceu por 2x0 a final contra o Grupo NZ, com gols de Carlos Alberto da Silva e Josnelei Miranda, vice-artilheiro da competição com 12 gols.
         Pelo visto, eles não são craques apenas na hora de fabricar resinas. Alô, Mano Menezes!




Fonte: SLEA Comunicação
Atividade da construção civil avança pelo 7º mês consecutivo
Grandes e médias empresas foram as responsáveis pela evolução
         A atividade da construção civil registrou o sétimo mês seguido de crescimento. O indicador que mede esse desempenho ficou em 56 pontos, após marcar 54,9 pontos um mês antes. Em uma escala de zero a 100, leituras acima de 50 significam expansão ou expectativas positivas, destacou a Confederação Nacional da Indústria (CNI), que divulgou a Sondagem da Construção Civil.
         Por porte, as grandes e médias empresas apresentaram evolução positiva no nível de atividade, com índices correspondentes a 58,9 pontos e 57 pontos, respectivamente, depois dos 57,4 pontos e 54,8 pontos em julho. No caso das pequenas, o indicador situou-se pouco acima dos 50 pontos, apontou a CNI.
         Já o indicador de nível de atividade efetivo em relação ao usual, que aponta se o setor está aquecido ou não, situou-se em 55 pontos no mês passado. Isto expressa que a atividade está acima do usual e foi puxado pelas empresas de médio e grande portes. Quanto às pequenas empresas, o indicador saiu de 54,4 pontos em julho para 50,5 pontos um mês depois.

Fonte: Valor Econômico

 
Vai Pegar?
Criada em 2001 por um advogado, a Obvio!, agora nas mãos de um fundo europeu, renasce como o primeiro projeto de carro elétrico no País
 
         Inviável após perder seu fornecedor exclusivo de motores, que encerrou as atividades há três anos, a Obvio!, criada em 2001 no Rio de Janeiro para produzir minicarros, quase engrossou a lista de 112 montadoras de veículos que já fecharam as portas no Brasil, algumas antes mesmo de partir para a produção em série. A empresa renasceu há algumas semanas ao ser adquirida pelo grupo europeu de investimentos Cappadocia, que quer fazer da Obvio! sua base de produção de peças e de veículos elétricos para o Brasil e a América do Sul.
         O Cappadocia Investments, com sede na Inglaterra, foi fundado há sete anos e atua em mercados emergentes, com ênfase em projetos de

fundo ambiental. O grupo tem R$ 300 milhões para a primeira etapa de um projeto que inclui, além da Obvio! – pela qual desembolsou R$ 14 milhões –, a compra total ou parcial de ações de outras empresas de transporte elétrico ou híbrido, como a gaúcha Tutto Trasporti.
         A decisão do grupo inglês de criar a Cappadocia Funds Brazil é fruto da obstinação do advogado Ricardo Machado. Ele é o idealizador da Obvio!, que tem dois modelos de carros compactos desenvolvidos no Brasil, o 828 e o 012, que serão reeditados em versões elétrica e híbrida, tendo o etanol como gerador de energia.
         O projeto surge num momento em que montadoras do mundo todo buscam uma tecnologia viável para iniciar as vendas em grande escala de veículos movidos a eletricidade, com emissão zero de poluentes. Uma das parceiras da Obvio! é a Tesla, empresa americana que desenvolve veículos elétricos e que teve grande sucesso ao lançar ações no mercado.

Fonte: O Estado de São Paulo
As contas da Odebrecht

 
         O grupo Odebrecht já fez as contas: entre 2010 e 2013, vai investir nada menos que R$ 26 bi em projetos de infraestrutura no Brasil e no exterior. Estão contabilizadas, entre outras, obras conquistadas este ano pela empreiteira, como a construção das arenas multiuso Nova Fone Nova, em Salvador, e Arena Pernambuco, no Recife, para abrigar os jogos da Copa de 2014, além de contratos nos EUA, Panamá, Peru e Libéria.

Fonte: DCI

Embraer voa alto

         A Embraer cresceu a sua participação em dólar no mercado de aviação executiva, passando de 4,1% para 6,4% nos últimos dois anos, disse o vice-presidente executivo para Aviação Executiva da empresa, Luís Carlos Affonso. Em número de unidades, o crescimento foi bem maior, de 3,3% para 14%. Em 2009 o segmento de aviação executiva foi responsável por um faturamento de US$ 900 milhões. "Para este ano a nossa expectativa é de um incremento de 20%, cerca de US$ 1,1 bilhão", afirmou.

Fonte: Valor Econômico


Astros 2020 em gestação

         O comando do Exército e a Avibras Aeroespacial vão desenvolver, em programa conjunto, o sistema Astros 2020, próxima geração do bem-sucedido Astros, conjunto lançador de foguetes de artilharia de saturação. O investimento no projeto está estimado em R$ 1,2 bi, distribuído ao longo de seis anos.

Fonte: O Estado de São Paulo

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